Cores
RAMATIS: Como os sons têm cores e as cores emitem sons, na antiguidade, os caldaicos, hindus ou egípcios faziam o encantamento sob a combinação hipnótica entre a cor e a música. Mobilizavam as forças astralinas do ambiente, pela excitação dos componentes do ritual de enfeitiçamento e atração de fluidos primários perniciosos e densos. Isso acicatava os próprios insetos, répteis, animais e as aves bastante sensíveis à música, cujas vibrações também atuam em conexão com a cor! Os clarividentes podem informar-nos que o
"dó" natural é vermelho-fogo, o
"fá" é de um belo verde-seda e o
"si", a sétima nota, lembra o azul-celeste.
Assim, quando soam certos instrumentos, os insetos, répteis e aves não somente percebem as notas musicais, como, devido ao duplo etérico primitivo, conseguem perceber as cores mais afins à sua contextura oculta. As cobras são fascinadas pelas flautas, as diversas espécies de aranhas gostam do som do piano; os
insetos, em sua maioria, aquietam-se sob os acordes dos violinos e os
sapos alegram-se pela chuva batendo sonoramente sobre as latas; os
camelos mostram-se mais dóceis e resistentes quando viajam pelo deserto ao som de alguma melodia.
Sob tal aspecto e sensibilidade do reino animal, os antigos feiticeiros egípcios, assírios, etíopes, hindus e caldaicos hipnotizavam vários tipos de animais e aves pela ação da música conjugada à representação astralina da cor, tomando-os vigorosos condensadores vivos de maus fluidos, como hoje ainda é o sapo e já foi o gato!
Por isto, em quase todas as práticas de bruxaria do passado, as cores amarelas e vermelhas sempre foram utilizadas, porque elas refratam rapidamente uma força física, e também excitam o campo psíquico! Fonte: Magia de Redenção; Hercilio Maes
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